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postado por Hellz. em 02 maio 2018

Bookaholic: Os contos de New Locked City

E AÍ! TURUBOM?

Como falei nesse post aqui, se tem uma coisa que cresceu em mim durante o ano passado foi a vontade de mergulhar em gêneros literários diferentes do meu amorzinho chick lit (hoje eu tenho dois amorzinhos, olia só. Thriller e Chick Lit, duas crianças lindas! HAHAHAH). Enfim... durante 2017 foram os suspenses, thrillers e romances policiais que fizeram a festa na minha estante. Os Contos de New Locked City do P. P. Rodd consegue reunir as três facetas e me foi uma grata surpresa vinda da Editora Autografia.


Gabriel, um jovem promissor e aparentemente sem motivos pra querer se matar, morre. Os legistas definiram que foi suicídio. Mas o Detetive K. não está muito convencido disso. Começa então uma investigação por contra própria, onde acaba ganhando aliados interessados na solução desse mistério.

A partir daí passamos a conhecer vários personagens envolvidos na trama, iniciada com o próprio Detetive K. Sendo relatado em primeira pessoa, cada capítulo é narrado por um desses personagens: A médica Maria Helena, Pacheco, Phillip e, lógico, o detetive, entre outros. 

Muitos suspeitos são pincelados, com motivações diversas, e fica um lance meio Escola Ágatha Christie de Nunca Deixar o Leitor Adivinhar o Assassino HAHAHAHA (eu mesma nunca adivinho, socorro).

Pessoalmente, gostei bastante da sinopse e jeito de escrever do autor. Tudo é muito detalhado de uma maneira minuciosa e que, ao mesmo tempo, não fica entediante. Conseguimos visualizar cenas (e isso me é um ponto bastante positivo!) e compreender a personalidade de cada personagem apresentado.

De negativo, talvez eu precise dizer que achei que alguns personagens não mereciam um capítulo inteiro sendo narradores. Eles fogem um pouco do mistério que cerca a morte de Gabriel e tem histórias paralelas que não se encaixam muito na premissa proposta pela sinopse. Entretanto, isto não é um fato que tenha me desagradado a ponto de negativar o livro. Gostei e gostei muito mesmo!

A Autografia fez um bom trabalho com o conteúdo visual do livro. Tem uma capa bonita que passa a ideia de mistério que a gente precisa, além de uma fonte serifada clássica que me remete bastante à personalidade do Detetive K.

As páginas são amareladas (nós, míopes, agradecemos muito!) e tem uma gramatura bem delicinha de folhear. Uma lindeza só!


VOCÊS GOSTAM DE LIVROS DE MISTÉRIO? ME CONTEM NOS COMENTS, GENTE!


postado por Hellz. em 22 abril 2018

Girl Power: Pitty

OLÁR! TUROBOM?

Senti a necessidade de adicionar mais uma categoria ao BHZ. Percebo há tempos que o meu mundo é basicamente 95% feminino e olha... quantas mulheres incríveis! Dentre as que me influenciaram diretamente ou indiretamente, me sinto imensamente grata por ter aprendido um pouquinho com cada uma delas. Nada melior do que homenageá-las, uma a uma. Tenho certeza que algumas delas devem ter sido presentes também no caminho de vocês e quero saber também esses detalhes, heeeeein?

Fazendo um throwback aqui, tentei lembrar da primeira mulher que influenciou a formação da minha personalidade DE VERDADE. Cheguei a conclusão que este momento me arrebatou aos 11 anos, quando a Pitty ficou conhecida no BR devido à música em trilha sonora de novela (eu era criança, ME PERDOEM POR ESTE TER SIDO O MEIO HAHAHAH). 

Priscila Leone: Mulher, baiana, feminista e cantora de banda de rock. Quer mais improbabilidade do que as categorias que ela ostenta? "Na Bahia só toca axé", "Rock é coisa de homem", "Opinião de mulher não conta". A Pitty chegou dando risada e quebrando os argumentos machistas e preconceituosos um a um, provando que MERECIA ser levada a sério nesta indústria massacrante que pode ser a indústria fonográfica no Brasil. Tudo isso sem rebaixar ninguém, sem deixar a feminilidade de lado ou sem deixar de ser quem realmente é.

Eu, lá com os meus 11 anos e sem saber um pouco direito a que vim neste mundo (não que hoje em dia eu tenha muita certeza também, mas enfim HAHAHAH), vi na Pitty algo próximo do que eu queria ser quando crescesse: Uma mulher forte, de personalidade, independente e sem um pingo de submissão nas veias, com suas próprias opiniões muito bem firmadas e sem a mínima vontade de ser simpática só pra parecer fofa. Muita roupa preta sim e foda-se se isso não tá na moda. E, lógico, a cereja do bolo. Canções que não são lançadas com a intenção de apenas te entreter, mas também de te educar. De te fazer pensar um pouquinho fora da caixa, ver outros pontos de vista que nunca tinha enxergado antes, de ver a sociedade com outros olhos. A música como base para a sua construção e desconstrução pessoal, do processo sendo ministrado por você mesmo. De ser humano para ser humano, simples e só.

Pra quem pensou que a Pitty seria coisa de momento no Brasil, se enganou feio. Já são décadas de carreira consistente e de personalidade mais consistente ainda. E ela não tem a mínima pretensão de se calar.




postado por Hellz. em 16 abril 2018

90's bitch: bizarrices televisivas da década de 90

MAS COMO EU ADOOOOOORON A DÉCADA EM QUE EU NASCI <3 HAHAHA (não é a toa que temos uma categoria TODINHA dedicada à isso aqui no BHZ, huh?). Como estamos trabalhando com saudade de escrever sobre isso, decidi que era a hora perfeita pra tirar a teia de aranha dessa tag especializada numa década cheia de porralokice e gente sem um pingo de noção (e, reforçando: a gente adoraaa HAHAHAH).

Já teve post sobre brinquedos, chocolates, propagandas, músicas e hoje é o dia de contemplar à TV, grande aliada nesse mundo pré-internet que já existiu e euzinha fui testemunha ocular (SÉRIO!Juro que já existiu vida sem internet, HAHAHAH).

O cenário era mais ou menos assim: Na ausência de internet, smartphones, tablets e tudo que a gente conhece hoje, a tv era o grande elo de união entre as famílias. Todos sentavam no sofá para contemplar as maravilhas da programação da década. Quais maravilhas? Se liga aí:


1 - Muitas bundas, mulheres peladas e a banheira do Gugu
Imagina hoje você estar no domingo, de boas assistindo tv com os seus pais e eis que surgem mulheres de biquínis minúsculos, caras de sunga e uma banheira cheia de sabonetes? Sem citar ainda os closes estratégicos nos peitos e bundas das artistas (e a maneira "sagaz" que elas utilizavam tais armas pra impedir os moços de pegar o sabonete?). Se fosse hoje, isso soaria putaria, né? Mas nos anos 90 era apenas um domingo comum como seria qualquer outro HAHAHAH. 


2 - Fascinação por extraterrestes
No domingo ou durante a semana, mas sempre no horário nobre: os ets invadiam a programação. Cada programa que se virasse pra trazer fatos quentíssimos sobre o caso, gravações de áudio dos ets, filmagem de discos voadores e carcaças super comprovadas (só que não) de serem dos extraterrestres. (NOTA: eu tinha um medo do caralho e já rolou muito pesadelo aqui graças a essas matérias SIM).


3 - Mulher mascarada depilando os caras (vulgo Tiazinha)
Durante as tardes, você também tinha a opção de assistir uma mulher mascarada, de lingerie e chicote depilar homens adultos enquanto fazia uma dança erótica: Sim, a Tiazinha.Não o bastante, a personagem chegou a ter chicletes e álbuns de figurinhas PARA CRIANÇAS. Bugou a cabeça?

4 - Crianças dançando na boquinha da garrafa
Se você está lendo esse post, você não é mais criança. Logo, você sabe sim o que significa a boquinha da garrafa e porque se sugere que se desça nela, certo? Nos anos 90, a música virou febre entre o público, inclusive as pobres crianças (me incluo no negócio), e todo mundo descia na boquinha da garrafa sem pudor ou reflexão HAHAHAH.

5 - Músicas de conteúdo duvidoso e impróprio em programas infantis
Junto da clássica música da boquinha da garrafa citada no ponto anterior, também existia uma vasta gama de músicas ~esquisitas~ fazendo sucesso no BR. Programas infantis também estavam em gosto. Porque não unir dois sucessos brasileiros da época num lugar só? Assim, podíamos ver crianças dançando e cantando músicas como "Esse pinto não é mole, esse pinto é safado" num programa da Eliana, por exemplo.

VOCÊS ACHAM QUE ALGO MAIS MERECIA DESTAQUE NESTE RESUMÃO?





postado por Hellz. em 09 abril 2018

Sobre o medo de ter medo ser maior do que o próprio medo

Quando eu ainda era uma fofíssima pessoa estudante de ensino médio, sempre rolava aquelas sessões de cinema na casa de algum abiguinho (sdds sessões de cinema na cama de alguém. Sdds ter amigos, aliás HAHAHA). Essa é a hora que os meninos querem ver filmes muito chocantes pra provar sua masculinidade e a maioria das meninas contestavam dizendo ter medo de terror e de suspense. Os meninos forçavam a barra, lógico. Rolava também todo um fortíssimo golpe de marketing (feito pelos próprios amiguinhos) em relação aos filmes de terror MAIS ASSUSTADORES ever. Filmes esses que deixavam alguém sem conseguir dormir durante a noite, com trauma de algum objeto ou até prometido que nunca mais ia assistir aquele tipo de coisa. 

Como exemplo nonsense a ser introduzido para que vocês consigam compreender o devaneio de hoje: Lembram da franquia de filmes "Atividade Paranormal"? Creio que esse era o título mais citado quando os relatos sobre filmes de terror arrepiantes entrava em pauta. Eu morria de medo. Morria. Deus me livre ver isso. Mas eu nunca tinha nem visto, cara. Pois é, eu nunca tinha nem assistido. Consegue ver pra onde estamos caminhando?

Alguns anos depois, talvez três, alguém comentou novamente sobre a tal franquia e como era assustador. Nessa hora uma luzinha acendeu na minha cabeça:"Mas como raios eu tenho medo disso se eu nunca experienciei por mim mesma?". Foi o momento que eu fui atrás do tal do filme, assisti e... bom, nada demais. Nenhum pingo do medo de outrora. Que filme idiota, aliás. Assim surgiram outros filmes "mega assustadores" que eu me permiti ver e... medo? Nunca nem vi.

Foi nessa hora que eu percebi que eu tinha mais medo de ter medo do que outra coisa. Eu, que me julgava tão frouxa pra esse nicho de filme, descobri que eu na verdade era mais corajosa do que pensava. Talvez por estar num grupo de adolescentes tentando impressionar meninos (o que, na verdade, não era o meu caso), eu meio que reproduzi a reação padrão. Mas aquela não era a minha reação, afinal. Sinceramente, eu sou corajosa pra caralho, ISSO SIM. 

Pegando o gancho, me diz: Quantas vezes você deixou de fazer algo porque achou que não tinha bravura o suficiente com base nas experiências alheias? Tá na hora dx senhorx assumir suas próprias opiniões e ter suas próprias experiências, né não? u.u (Me imaginem com cara de muito brava, com as mãos na cintura e te questionando igual a sua vó faria HAHAHA).

E como prova disso da minha bravura escondida (que você pode ter também e nem tá sabendo, ó!): Depois de experienciar os filmes assustadores por mim mesma, eu até assisti "O Exorcista" da década de 70 SOZINHA de madrugada u.u HAHAHAH




postado por Hellz. em 15 março 2018

Primeiras impressões: Aplicativo WISH

AAAAAAAAAAAH, os prazeres consumistas que a China nos traz, não é mesmo? HAHAHHA <3 Uns dois anos atrás fui iniciada neste caminho sem volta (OI ALIEXPRESS!) e hoje só faço encontrar mais amiguinhos pra compartilhar e disseminar o meu vício. E O MELHOR? Encontrando novos canais para cultivá-lo :B Hoje é o dia de sentarmos aqui no meu sofá enorme, comemos alguns biscoitos e conversarmos sobre o WISH! YEY!

Como muita coisa boa que eu conheci, descobri o WISH aqui na blogosfera. No começo eu fiquei meio: "EI, ISSO É DE VERDADE?", afinal os preços são lindíssimos. E NERA QUE ERA DE VERDADE MESMO, BRASÉL? Logo parti nesta investigação consumidora da vida e fiz minha primeira compra pra ver se o bagulho funcionava. Mas... E funciona? Vemk!


WISH é uma empresa de e-commerce, ponto. Concorrente direta do AliExpress e Ebay, tem o diferencial  de ter sua transação da compra toda dentro do próprio site/app (não precisa abrir página de banco pra concluir o pagamento, por exemplo). 

Depois de baixar o aplicativo, você só precisa fazer um cadastro simples e ficar à vontade pra encher o carrinho de coisas que deseja. Tendo como moeda o dólar, o próprio WISH já converte pra o real o valor da sua compra (ou pra moeda que você quiser). Aliás, ACEITA BOLETO, GALERE (e também cartão de crédito ou paypal).


MINHA EXPERIÊNCIA
No dia 22 de setembro do ano passado eu fiz a compra deste pincel aí em cima. O WISH deu a previsão de entrega pra algum dia no começo de dezembro, se não me engano. Eis que o tempo se passou... e passou... e passou mais um pouco... e nada chegava.

Fiquei preocupada jurando que tinha levado calote né, mores (e me cansei de esperar sentada HAHAHA). Até que tive a curiosidade de ler direitinho a parte de detalhes da compra e vi que eu poderia pedir reembolso caso a compra passasse do prazo. Ok, né. Acabei pedindo o reembolso, achei que nada mais ia chegar e segui o baile.

Eis que no no comecinho de fevereiro um pacotinho chega à minha caixa de correspondência: NÉ QUE O PINCEL TINHA CHEGADO? Tudo bem embaladinho, em perfeito estado e como o esperado (e importante: igual ao anúncio!).


SÓ POSSO COMPRAR PELO APLICATIVO?
 
Não, migs. Tem site também! Apesar da gente conhecer logo como "aplicativo wish", também rola entrar por aqui e fazer a compra igualzinho!

Aproveite, principalmente, os produtos que estão grátis (onde a gente só paga o frete. MUITO LINDO ESSE WISH. VEM CÁ PRA EU TE DAR UM BEIJO!).



CONCLUSÃO: Compre no WISH, compre muito e seja feliz. Mas se pegue com a fé, a paciência e faça a egípcia. O segredo é ter paciência mesmo de esperar, esperar e esperar ao ponto de nem lembrar que tem algo chegando pra você. Ninguém sabe quando sua compra chega, MAS ELA CHEGARÁ! HAHAHAH (e se tudo der errado, existe o reembolso!)





postado por Hellz. em 28 fevereiro 2018

"Nossas Noites": Duas maravilhosas experiências artísticas

OLAR BANDO DE COISA LINDA <3

Ano passado, recebi da Companhia das Letras um livro que eu NUNCA tinha ouvido falar: "Nossas Noites" do Kent Haruf. A editora julgou que faria o meu perfil. Assim, resolvi dar crédito a eles e acreditar nisso. E não é que eles tinham razão?

Pouco tempo depois, acabei descobrindo que tinha rolado filme também, produzido pelo nosso mozão Netflix. Quis ter as duas experiências antes de trazê-las aqui. AND HERE WE ARE!


SINOPSE BY HELLZ:


Num condado do Colorado, Addie é uma viúva. Louis também. Ambos tiveram seus parceiros mortos há muito tempo e não são, atualmente, mais tão jovens. Cansada da solidão que as noites lhe trazem, Addie resolve fazer um convite à Louis: De que os dois durmam, literalmente, juntos durante à noite. Sem a ideia de sexo, apenas o desejo pela companhia noturna de alguém ao seu lado na cama. Embora os dois só se conheçam de vista, Louis acaba aceitando o convite. E assim a história começa...

A história trata sobre amor. Talvez não da forma que você idealize ao pensar na palavra. Mas de um jeito cru, de um jeito literal e presente na vida comum, sem brilho do glamour que a arte tenta dar aos sentimentos na maioria das vezes. E, creia: Tudo isso se torna muito bonito de se experienciar.


O LIVRO

Não vá esperando um ritmo de leitura voraz, cheio de cenas emocionantes e gente pulando obstáculos num telhado de prédio. Uma das críticas que vejo a essa obra é justamente o ritmo mais lento. MAS GENTE, a vida de vocês é agitada ligada no 320? A minha né não, viu. Considero esse ritmo do livro como sendo fiel a vida humana, principalmente de um casal de idosos, que são os personagens principais. (ALIÁS, vamo fazer mais livros com idosos sendo principais? É MUITO AMORZINHO <3).

Vamos nos apaixonando pela Addie e pelo Louis com o passar das páginas. Somos testemunhas do crescimento do relacionamento dos dois, desde uma amizade sincera até o amor de verdade. A gente passa a enxergar que essas novidades não são exclusividade dos jovens. Que velhinhos também sentem frio na barriga com as primeiras vezes.

Aliás, pela primeira vez li um livro que não usa o recurso de travessão pra classificar falas de personagem num diálogo (sério, gente. Nunca tinha visto mesmo). Achei curioso, porém válido.

(SIM, ASSISTIMOS MUITO BLACK MIRROR E A WEBCAM DO PC TÁ LA-CRA-DI-NHA porque não quero ser espionada. BEIJINHOS HAHAHAHAH)

O FILME

Tendo a Jane Fonda interpretando a Addie e o Robert Redford como Louis, o filme mantém um ritmo lento, assim como o livro, mas de maneira que não torna cansativa a experiência. A dupla em cena parece perfeita para os papéis que se propuseram a fazer. Uma historia tão fofa que a gente não quer que acabe.

Em questão de adaptação pras telas, as mudanças do livro pra o filme são muito poucas e, de maneira geral, o que foi modificado acaba por fazer sentido pra melhor amarrar o roteiro. Daqueles que você assiste e dá um quentinho no coração <3

"Um romance elegante e pungente que mostra que nosso desejo de amar e de sermos amados não desaparece com a idade". ST LOUIS POST-DISPATCH


VOCÊS JÁ LERAM OU ASSISTIRAM ESSA OBRA?


postado por Hellz. em 17 fevereiro 2018

Filmes ou séries: quem leva a melhor nessa batalha pelo meu coração?

Sempre fui uma mocinha de filmes. 

Desde criança, na locadora de vídeo, o céu era o limite (vocês ainda lembram dessa relíquia do século passado, minha gente? HAHAHAHAH. SIM, JÁ EXISTIU UM MUNDO SEM NETFLIX!). Eu já era tãããão calejada nesse mundo cinematográfico na infância, que só me restavam os lançamentos da época (o resto já tinha visto tudo MESMO). Assim se seguiu até o ano em que eu fiz oficialmente 17 anos (que completei esta idade pela primeira vez, afinal, vocês sabem que já fiz 17 anos por 9 vezes, né?) e eu descobri que havia um nicho de coisas pra assistir que ainda não tinha sido explorado por mim: AS SÉRIES!

PERA! Não é que eu tenha crescido num buraco onde não tinha televisão e eu nunca tenha pego episódios esporádicos de "Um Maluco no Pedaço", "Três é Demais" ou "Buffy, a caça-vampiros". Eu peguei sim, lógico que claro. A questão é que foi aos 17 que toda minha inocência se esvaiu e eu percebi que existia um mundo de séries pra piratear na internet (com menos facilidade do que hoje e de maneira mais trabalhadosa, mas existia). Enfim chegava o tempo de eu me tornar um pouquinho mais delinquente, como todos hoje em dia somos, sabemos ser e amamos sê-lo num universo de possibilidades chamado TORRENT HAHAHAH <3

The L Word, Friends e 10 things I hate about you, como esquecer todas as noites que passei baixando aquelas pastas zipadas em RAR com uma conexão precária de internet? Foi bonito, foi. Foi intenso, foi. Foi sincero também e durou um bom tempo. Mas logo logo voltei então pro amor antigo dos filmes e esqueci as pobres das séries.


Percebi que não conseguia dar atenção à ambos os nichos de maneira satisfatória. Sempre abandonava um pelo caminho e estreitava meus laços com o outro. E isso me deixava mal, cara. Porque eu sou grande e tem muito amor dentro de mim pra espalhar por aí! HAHAHAHAH Foi então que, baseado na minha personalidade de vertente sistemática pra algumas coisas que nem precisam de tanta organização assim (enquanto coisas que realmente precisam ser organizadas permanecem na bagunça, ilogicamente HAHAHAH), eu criei o meu sistema infalível de assistidora profissional de séries/filmes! 

Mais uma vez, sendo sistemática pra coisas que não precisam de um método, decidi fazer este infográfico para melhor ilustrá-los:



Vê? Assim eu consigo aproveitar o melhor dos dois mundos! HAHAHAHAH E deixamos muito claro que não burlamos as regras e as seguimos sagradamente pra que o sistema dê certo u.u

Mas... sobre a pergunta que está no título do post: Quem é o vencedor desta batalha medieval e leva o coração da Hellz pra casa? A resposta é: Os dois! Não sei se cada lado vai precisar sacar a sua espada e dividir o prêmio no meio, mas o amor é igual e lindo por ambas as partes <3 ACEITEM!


QUEM LEVA A MELHOR NA VIDA DE VOCÊS?