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postado por Hellz. em 17 julho 2018

Me falta brilho nos olhos



Acho que todo blogueiro que se preze passa por uma fase meio low, sem ter muito o que dizer e, ao mesmo tempo, com o peito carregado de coisas a serem faladas. 

Embora este momento tenha chegado pra mim muitas vezes antes, de maneira mais branda, dessa vez o momento hardcore de descrença me invade. Uma desmotivação sem razão (afinal, todos vocês ainda estão aqui e fazem toda a experiência valer a pena). Fico aqui só nas indagações: "Mas será que foi a partir do momento X? Ou será que foi aquilo lá que aconteceu no mês tal? Aquele dia ou o outro?". Tudo soa como girar em círculos, afinal, como já dito: Não há um motivo.

Desconfio que tenha começado quando meu pc quebrou, depois fico achando que é a falta de reconhecimento por um trabalho que a gente rala tanto pra pôr nos trilhos. Creio que possa ter algo relacionado com o ritmo frenético que o fim de curso de graduação nos impõe a estar, mas aí já chego a conclusão que é um bloqueio criativo que gostou tanto de mim que começou a criar um relacionamento abusivo comigo, não me larga mais. 

Só sei que me falta brilho nos olhos relacionado ao BHZ. 

Queria deixar claro que estou bem, equilibrada, vivendo a vida da maneira mais normal possível dentro da realidade caótica que a faculdade deixa a gente nesses ritos finais. Queria deixar claro também que isso não é um adeus, um fim, um ponto, nem mesmo uma vírgula. Domínio tá renovado por mais um ano, galere, então cês ainda vão ter que me aturar HAHAHAH. Isso aqui é só uma satisfação carinhosa. Um "hey, logo logo tudo se encaixa de novo e voltamos a programação normal. Tenham paciência e não esqueçam de mim". 

O brilho dos olhos vai voltar, duplicar e vou transbordar escrevendo aqui por muitos anos ainda.



postado por Hellz. em 02 julho 2018

como se reinventar ainda em 2018 - Por Amanda Ferreira




No último post, foi falado sobre viver um inferno astral e hoje, eu Amanda, convidada para dar uma palinha aqui, vou dar algumas dicas básicas para aproveitar ainda o segundo semestre de 2018 e não perder mais um semestre com descontrole. Bora?


1 - Excesso é diferente de sucesso


Estamos acostumadas a reconhecer nosso valor naquilo que fazemos. Então, parece que quanto mais ocupada, mais importante você é. E sem perceber, nos pegamos fazendo muitas coisas e assumindo muitos compromissos ao mesmo tempo

(exemplo)
Ao invés de você ficar planejando o ano todo mudar seu corpo através de uma super-dieta que seu nutricionista caríssimo vai passar daqui há um mês junto com o Cross Fit que você tá falando com todo mundo que vai fazer, já comprou a roupinha e vai tirar fotinhos para o Instagram...

já pensou em simplesmente fazer uma reeducação alimentar simplista?
Pão por banana cozida;
Deixar de dormir tarde por dormir cedo e descansar/recuperar das atividades;
Refrigerante por água e sucos naturais sem açúcar;
Biscoito por frutas;
Exercícios pelo menos 3 vezes na semana (bem feitos) e bom descanso;
Caminhadas...
Com poucas mudanças, você já dá alguns passos para aquilo que pretende mudar.

Dei o exemplo da dieta, mas aplique em qualquer área. Para este semestre, opte por fazer menos, mas com qualidade e gosto.

2 - Falando em gosto... goste mais da sua própria vida

Atualmente, também vivemos para adorar a vida do outro.
É sério! Quantas vezes nos pegamos desejando o corpo da fulana, o trabalho da ciclana e o sucesso da beltrana?
Nem por inveja, apenas por não estarmos vivendo uma vida com real significado, então qualquer foto de rede social parece melhor que toda a sua vida.
Assumimos tantos compromissos para termos uma vida boa, que nos perdemos neles.
Lembre-se de que as pessoas que nós mais admiramos, não passam o dia todo sendo lindas e tirando fotos em Cancún. Para manter um corpo, uma vida financeira, etc, é preciso dedicação. Então, não olhe tanto o resultado dos outros, mas sim como eles são construídos.
Quando começamos a pegar leve com a gente, temos mais espaço para curtir quem somos. Hoje vivemos na melhor época, você pode ser qualquer coisa. Você pode até ser o novo Papa se quiser. Então, não se limite, pois sua vida não é nada limitada, mas sim a sua visão dela e suas comparações com terceiros.
Para este semestre, lembre-se de respirar, sentir seu corpo e ser criativa na hora de fazer escolhas positivas que irão te ajudar a gostar mais do seu momento.

3 - Cuidado com as redes sociais e os noticiários

É muito conteúdo para pouco cérebro processar!
Observe se as redes sociais têm um efeito positivo na sua vida e tente ponderar se não tiver. Uma dica que eu uso e funciona muito bem, é a de adaptá-las para aquilo que faz bem para mim.
Existem algumas pessoas realmente inspiradoras que vale a pena seguir. Eu sigo até alguns cientistas, nutrólogos e dançarinos, que amo. Ver o trabalho deles me motiva a querer mais o meu. Também acabo por usar menos as redes e como mais foco, sempre aprendendo algo com os melhores.
Deixe de seguir pessoas que usam as redes sociais para criar provocações políticas, reclamações e até incitar violência. Você pode filtrar, assim como as notícias que ultimamente, né… só desgraça.
Para este novo semestre, principalmente por ser um ano eleitoral, filtre bem aquilo que vai ficar na sua mente e faça boas escolhas.

4 - Vamos aprontar um pouco?

Você já foi uma criança livre, mas hoje, assim como a maioria de nós, criou várias limitações para o seu prazer de viver.
Comece a se soltar mais na vida. Vão achar que você tá meio maluca, e deixe que achem.
As loucas se divertem mais!
Entretanto, quando digo louca, não é fazer coisas ilícitas que vão te prejudicar ou prejudicar os outros, como: usar drogas, dirigir bêbada, largar tudo para ir viajar o mundo sem planejamento, sair gastando o que não tem...
É simplesmente adaptar coisas gostosinhas no seu dia-a-dia, coisas bobas, mas que você não faz mais.

Dicas:

- Escute aquelas músicas do RBD ou qualquer "banda guilty pleasure" que você amava na maior altura, mesmo que seja com fones;
- Faça uma performance com as músicas da Britney na frente do espelho do seu quarto;
- Faça um penteado bem diferente e no outro mude, seja performática!
- Leve seus sobrinhos ou priminhos no parque de diversão e se divirta mais que eles;
- Tire uma tarde de diva: faça uma massagem, coma no seu restaurante preferido e se dê um mimo.
- Faça um blog sobre qualquer coisa;
- Comece a ler uns livros de terror ou alienígenas antes de dormir (essa eu adoro, rsrs).

Faça coisas que irão colorir a sua vida, porque cinza, meu amor, não é a cor da moda em 2018!


Artigo escrito por Amanda Ferreira, do Blog da Lingerie.


postado por Hellz. em 25 maio 2018

INFERNO ASTRAL: existe e está acontecendo pra mim


AAAAAAAAAAH, SEU NIVER TÁ CHEGANDO? Que legal, fico feliz, parabéns e coisa e tal. Mas o que eu quero mesmo saber é: Sua vida já virou do avesso e parece que não vai acabar nunca? Tudo tá dando errado, migs? Tudo ao mesmo tempo? Seu humor tá mais rabugento do que nunca e você quer gritar com criancinhas desconhecidas sem motivo algum? BEM VINDO AO INFERNO ASTRAL, YEEEEY!

Cerca de 40 dias antes do dia do seu aniversário, as coisas vão ficar tensas e você não vai nem saber o porquê, querids (isso me aconteceu por anos a fio até eu ligar os pontos e perceber o real motivo HAHAHA cuidado com a burra). Segundo a astrologia, esse é o seu inferno astral. O momento em que o seu "ano particular" está se encerrando e, na data do seu aniversário, você terá um ano novo próprio pra chamar de seu. O ciclo se fecha e recomeça com uma idade nova, saca? (outro ponto, inclusive, que me deixa irritada, talvez até mais que todos os outros pontos existentes na vertente de fazer aniversário. EU NÃO QUERO ENVELHECER, CARAIO U.U HAHAHAHA).

Se você ainda não tá entendendo o paranauê, deixa eu exemplificar pra você usando a minha própria experiência DESTE ANO. Dentro desde período de 40 dias pré-aniversário da Hellz, tais coisas aconteceram:

- Um estágio que eu esperava há dois meses deu pra trás;
- O meu pc novo quebrou;
- Tive vários ataques de diva devido ao mau humor constante;
- Irritação TODO TEMPO;
- Tive de ficar na faculdade até as 10h da noite no começo da greve dos caminhoneiros, quando lindamente estava programada pra sair as 17h;
- O celular dá sinais de falência de órgãos;
- Tenho bloqueios criativos estratégicos em relação ao meu pré-projeto de TCC e até em relação ao BHZ também.

e a lista continua...
Se há algo reconfortante no inferno astral, é saber que ele acaba. 









postado por Hellz. em 02 maio 2018

Bookaholic: Os contos de New Locked City

E AÍ! TURUBOM?

Como falei nesse post aqui, se tem uma coisa que cresceu em mim durante o ano passado foi a vontade de mergulhar em gêneros literários diferentes do meu amorzinho chick lit (hoje eu tenho dois amorzinhos, olia só. Thriller e Chick Lit, duas crianças lindas! HAHAHAH). Enfim... durante 2017 foram os suspenses, thrillers e romances policiais que fizeram a festa na minha estante. Os Contos de New Locked City do P. P. Rodd consegue reunir as três facetas e me foi uma grata surpresa vinda da Editora Autografia.


Gabriel, um jovem promissor e aparentemente sem motivos pra querer se matar, morre. Os legistas definiram que foi suicídio. Mas o Detetive K. não está muito convencido disso. Começa então uma investigação por contra própria, onde acaba ganhando aliados interessados na solução desse mistério.

A partir daí passamos a conhecer vários personagens envolvidos na trama, iniciada com o próprio Detetive K. Sendo relatado em primeira pessoa, cada capítulo é narrado por um desses personagens: A médica Maria Helena, Pacheco, Phillip e, lógico, o detetive, entre outros. 

Muitos suspeitos são pincelados, com motivações diversas, e fica um lance meio Escola Ágatha Christie de Nunca Deixar o Leitor Adivinhar o Assassino HAHAHAHA (eu mesma nunca adivinho, socorro).

Pessoalmente, gostei bastante da sinopse e jeito de escrever do autor. Tudo é muito detalhado de uma maneira minuciosa e que, ao mesmo tempo, não fica entediante. Conseguimos visualizar cenas (e isso me é um ponto bastante positivo!) e compreender a personalidade de cada personagem apresentado.

De negativo, talvez eu precise dizer que achei que alguns personagens não mereciam um capítulo inteiro sendo narradores. Eles fogem um pouco do mistério que cerca a morte de Gabriel e tem histórias paralelas que não se encaixam muito na premissa proposta pela sinopse. Entretanto, isto não é um fato que tenha me desagradado a ponto de negativar o livro. Gostei e gostei muito mesmo!

A Autografia fez um bom trabalho com o conteúdo visual do livro. Tem uma capa bonita que passa a ideia de mistério que a gente precisa, além de uma fonte serifada clássica que me remete bastante à personalidade do Detetive K.

As páginas são amareladas (nós, míopes, agradecemos muito!) e tem uma gramatura bem delicinha de folhear. Uma lindeza só!


VOCÊS GOSTAM DE LIVROS DE MISTÉRIO? ME CONTEM NOS COMENTS, GENTE!


postado por Hellz. em 22 abril 2018

Girl Power: Pitty

OLÁR! TUROBOM?

Senti a necessidade de adicionar mais uma categoria ao BHZ. Percebo há tempos que o meu mundo é basicamente 95% feminino e olha... quantas mulheres incríveis! Dentre as que me influenciaram diretamente ou indiretamente, me sinto imensamente grata por ter aprendido um pouquinho com cada uma delas. Nada melior do que homenageá-las, uma a uma. Tenho certeza que algumas delas devem ter sido presentes também no caminho de vocês e quero saber também esses detalhes, heeeeein?

Fazendo um throwback aqui, tentei lembrar da primeira mulher que influenciou a formação da minha personalidade DE VERDADE. Cheguei a conclusão que este momento me arrebatou aos 11 anos, quando a Pitty ficou conhecida no BR devido à música em trilha sonora de novela (eu era criança, ME PERDOEM POR ESTE TER SIDO O MEIO HAHAHAH). 

Priscila Leone: Mulher, baiana, feminista e cantora de banda de rock. Quer mais improbabilidade do que as categorias que ela ostenta? "Na Bahia só toca axé", "Rock é coisa de homem", "Opinião de mulher não conta". A Pitty chegou dando risada e quebrando os argumentos machistas e preconceituosos um a um, provando que MERECIA ser levada a sério nesta indústria massacrante que pode ser a indústria fonográfica no Brasil. Tudo isso sem rebaixar ninguém, sem deixar a feminilidade de lado ou sem deixar de ser quem realmente é.

Eu, lá com os meus 11 anos e sem saber um pouco direito a que vim neste mundo (não que hoje em dia eu tenha muita certeza também, mas enfim HAHAHAH), vi na Pitty algo próximo do que eu queria ser quando crescesse: Uma mulher forte, de personalidade, independente e sem um pingo de submissão nas veias, com suas próprias opiniões muito bem firmadas e sem a mínima vontade de ser simpática só pra parecer fofa. Muita roupa preta sim e foda-se se isso não tá na moda. E, lógico, a cereja do bolo. Canções que não são lançadas com a intenção de apenas te entreter, mas também de te educar. De te fazer pensar um pouquinho fora da caixa, ver outros pontos de vista que nunca tinha enxergado antes, de ver a sociedade com outros olhos. A música como base para a sua construção e desconstrução pessoal, do processo sendo ministrado por você mesmo. De ser humano para ser humano, simples e só.

Pra quem pensou que a Pitty seria coisa de momento no Brasil, se enganou feio. Já são décadas de carreira consistente e de personalidade mais consistente ainda. E ela não tem a mínima pretensão de se calar.




postado por Hellz. em 16 abril 2018

90's bitch: bizarrices televisivas da década de 90

MAS COMO EU ADOOOOOORON A DÉCADA EM QUE EU NASCI <3 HAHAHA (não é a toa que temos uma categoria TODINHA dedicada à isso aqui no BHZ, huh?). Como estamos trabalhando com saudade de escrever sobre isso, decidi que era a hora perfeita pra tirar a teia de aranha dessa tag especializada numa década cheia de porralokice e gente sem um pingo de noção (e, reforçando: a gente adoraaa HAHAHAH).

Já teve post sobre brinquedos, chocolates, propagandas, músicas e hoje é o dia de contemplar à TV, grande aliada nesse mundo pré-internet que já existiu e euzinha fui testemunha ocular (SÉRIO!Juro que já existiu vida sem internet, HAHAHAH).

O cenário era mais ou menos assim: Na ausência de internet, smartphones, tablets e tudo que a gente conhece hoje, a tv era o grande elo de união entre as famílias. Todos sentavam no sofá para contemplar as maravilhas da programação da década. Quais maravilhas? Se liga aí:


1 - Muitas bundas, mulheres peladas e a banheira do Gugu
Imagina hoje você estar no domingo, de boas assistindo tv com os seus pais e eis que surgem mulheres de biquínis minúsculos, caras de sunga e uma banheira cheia de sabonetes? Sem citar ainda os closes estratégicos nos peitos e bundas das artistas (e a maneira "sagaz" que elas utilizavam tais armas pra impedir os moços de pegar o sabonete?). Se fosse hoje, isso soaria putaria, né? Mas nos anos 90 era apenas um domingo comum como seria qualquer outro HAHAHAH. 


2 - Fascinação por extraterrestes
No domingo ou durante a semana, mas sempre no horário nobre: os ets invadiam a programação. Cada programa que se virasse pra trazer fatos quentíssimos sobre o caso, gravações de áudio dos ets, filmagem de discos voadores e carcaças super comprovadas (só que não) de serem dos extraterrestres. (NOTA: eu tinha um medo do caralho e já rolou muito pesadelo aqui graças a essas matérias SIM).


3 - Mulher mascarada depilando os caras (vulgo Tiazinha)
Durante as tardes, você também tinha a opção de assistir uma mulher mascarada, de lingerie e chicote depilar homens adultos enquanto fazia uma dança erótica: Sim, a Tiazinha.Não o bastante, a personagem chegou a ter chicletes e álbuns de figurinhas PARA CRIANÇAS. Bugou a cabeça?

4 - Crianças dançando na boquinha da garrafa
Se você está lendo esse post, você não é mais criança. Logo, você sabe sim o que significa a boquinha da garrafa e porque se sugere que se desça nela, certo? Nos anos 90, a música virou febre entre o público, inclusive as pobres crianças (me incluo no negócio), e todo mundo descia na boquinha da garrafa sem pudor ou reflexão HAHAHAH.

5 - Músicas de conteúdo duvidoso e impróprio em programas infantis
Junto da clássica música da boquinha da garrafa citada no ponto anterior, também existia uma vasta gama de músicas ~esquisitas~ fazendo sucesso no BR. Programas infantis também estavam em gosto. Porque não unir dois sucessos brasileiros da época num lugar só? Assim, podíamos ver crianças dançando e cantando músicas como "Esse pinto não é mole, esse pinto é safado" num programa da Eliana, por exemplo.

VOCÊS ACHAM QUE ALGO MAIS MERECIA DESTAQUE NESTE RESUMÃO?





postado por Hellz. em 09 abril 2018

Sobre o medo de ter medo ser maior do que o próprio medo

Quando eu ainda era uma fofíssima pessoa estudante de ensino médio, sempre rolava aquelas sessões de cinema na casa de algum abiguinho (sdds sessões de cinema na cama de alguém. Sdds ter amigos, aliás HAHAHA). Essa é a hora que os meninos querem ver filmes muito chocantes pra provar sua masculinidade e a maioria das meninas contestavam dizendo ter medo de terror e de suspense. Os meninos forçavam a barra, lógico. Rolava também todo um fortíssimo golpe de marketing (feito pelos próprios amiguinhos) em relação aos filmes de terror MAIS ASSUSTADORES ever. Filmes esses que deixavam alguém sem conseguir dormir durante a noite, com trauma de algum objeto ou até prometido que nunca mais ia assistir aquele tipo de coisa. 

Como exemplo nonsense a ser introduzido para que vocês consigam compreender o devaneio de hoje: Lembram da franquia de filmes "Atividade Paranormal"? Creio que esse era o título mais citado quando os relatos sobre filmes de terror arrepiantes entrava em pauta. Eu morria de medo. Morria. Deus me livre ver isso. Mas eu nunca tinha nem visto, cara. Pois é, eu nunca tinha nem assistido. Consegue ver pra onde estamos caminhando?

Alguns anos depois, talvez três, alguém comentou novamente sobre a tal franquia e como era assustador. Nessa hora uma luzinha acendeu na minha cabeça:"Mas como raios eu tenho medo disso se eu nunca experienciei por mim mesma?". Foi o momento que eu fui atrás do tal do filme, assisti e... bom, nada demais. Nenhum pingo do medo de outrora. Que filme idiota, aliás. Assim surgiram outros filmes "mega assustadores" que eu me permiti ver e... medo? Nunca nem vi.

Foi nessa hora que eu percebi que eu tinha mais medo de ter medo do que outra coisa. Eu, que me julgava tão frouxa pra esse nicho de filme, descobri que eu na verdade era mais corajosa do que pensava. Talvez por estar num grupo de adolescentes tentando impressionar meninos (o que, na verdade, não era o meu caso), eu meio que reproduzi a reação padrão. Mas aquela não era a minha reação, afinal. Sinceramente, eu sou corajosa pra caralho, ISSO SIM. 

Pegando o gancho, me diz: Quantas vezes você deixou de fazer algo porque achou que não tinha bravura o suficiente com base nas experiências alheias? Tá na hora dx senhorx assumir suas próprias opiniões e ter suas próprias experiências, né não? u.u (Me imaginem com cara de muito brava, com as mãos na cintura e te questionando igual a sua vó faria HAHAHA).

E como prova disso da minha bravura escondida (que você pode ter também e nem tá sabendo, ó!): Depois de experienciar os filmes assustadores por mim mesma, eu até assisti "O Exorcista" da década de 70 SOZINHA de madrugada u.u HAHAHAH