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postado por Hellz. em 17 agosto 2017

Resistamos, por favor.





Vocês que acompanham o Being Hellz há algum tempo (ou até os que se uniram ao nosso clubinho recentemente) devem ter visto como a partida do Chester Bennington me afetou pra caramba (post sobre aqui). Não imaginava eu que, alguns dias depois, um bom amigo e grande incentivador desse blog que vocês estão acessando decidiria partir da mesma forma. Foi um choque. Grande pra caramba. Me encontro meio zonza desde então como se tivesse tomado uma pancada na cabeça forte demais e que eu não viu chegando.

Não sei o que tá rolando, mas parece que a energia do universo tem sofrido uma disfunção gigantesca e os mais sensíveis tem sido afetados a ponto de não suportar mais. Se palavras realmente têm poder, o que eu quero emitir é: Coloque sua merda no lugar, Universo! Organize essa bagaça e faça o possível pra que não haja mais sangue em suas mãos. A gente não aguenta mais tanto desperdícios de personalidades tão cativantes, pessoas realmente importantes pro nosso coração. Não tá legal, mesmo.

Depois de tais acontecimentos, eu constatei coisas que já percebia: Com essa geração ridícula do desapego, a gente acaba por generalizar (principalmente quando na bad) e crê que precisa passar por todas as barras sozinho, que ninguém além de você mesmo vai estar interessado nas situações que te afligem. E é justamente essa mania de generalizar tudo que nos ajuda a perder a fé no mundo dia após dia. Não é fácil, mas ainda há pessoas boas que fazem tudo valer a pena. E elas podem ser de um apoio inimaginável. Não sofra sozinho. As vezes o auxílio pode vir de onde você menos esperava. 


Só uma corrente de incentivadores de pessoas pode salvar os rumos estranhos que essa sociedade anda tomando (sei que tô parecendo um papagaio com isso, mas é sério. Eu não vejo outra solução cabível). Não negue uma palavra amiga e, ao recebê-la, não negue a bondade que ainda vive nas pessoas. 

Resistamos, por favor.


postado por Hellz. em 09 agosto 2017

dicas de um ansioso para dormir bem (pelo menos por aqui tais dicas funcionam)

Como ansiosa assumida, digna de ter carteirinha e vaga cativa no sindicato, compreendo que dormir pode ser um terror pra quem tem o desprazer de conviver com tal ~enfermidade~ (não considero que somos doentes. Pra mim somos, na verdade, super-heróis com capa e tudo! HAHAH). A gente deita na cama, fecha os olhinhos e o Sr. Sono não vem, aquele maldito fanfarrão u.u (Geralmente, a cabeça que trabalha 25h por dia, pra variar, não quer calar e perder a oportunidade de fazer hora extra. Somos foda, fazer o que?). 

Nesses 17 anos completos por 9 vezes (talvez a minha idade biológica seja o mesmo tempo que sofro de ansiedade, aliás) comecei a perceber algumas coisas que faço, involuntariamente, e que ajudam a pegar no soninho gostoso que a gente merece. Deixo claro que nada é psicologicamente comprovado, medicamente testado e tudo surgiu através da percepção pessoal dessa criatura que vos fala, oks? Então vai que funciona pra tu, né?  TIA HELLZ SÓ QUER TE AJUDAR, VEM <3

1 - CRIE RITUAIS DIÁRIOS
Eu tento fazer as mesmas coisas bobas sempre, meio que pra já avisar ao cérebro: "Tá chegando a hora hein, gato?". Deito na cama, leio um pouco, mexo no celular e, quando o momento sonolento enfim chega, já deito na mesmíssima posição que durmo todos os dias. No meu caso, eu preciso também balançar a perninha, mas esse fato é meramente opcional HAHAHAH.


2- SE CERQUE DE CERTOS OBJETOS QUE FAZEM VOCÊ SE SENTIR PROTEGIDO
Quando enfim o sono tá próximo, eu costumo posicionar três travesseiros diariamente do mesmo jeito: Um pra perna, outro pro braço, outro pra cabeça (meio que criando uma pessoa do meu lado, socorro HAHAHA). Além disso, eu durmo com o meu ilustríssimo bichinho de pelúcia que é um ser de forma indefinida que eu ainda não encontrei a espécie. Ele se chama Fofo, aliás (e nosso amor só cresce desde 2012). O fato é que o Fofo inclusive viaja comigo pra todos os lugares e faz com que eu me sinta protegida na hora de dormir, o que facilita a espantar traços malignos da ansiedade.


3- FAÇA LISTAS MENTAIS DESCOMPROMISSADAS
Embora este tópico pareça duvidoso e que vai te deixar mais ansioso ainda, ele é o ponto crucial da eficácia do sono. Não é que você vá fazer uma lista do que precisa executar no outro dia ou dos boletos que tem pra pagar HAHAH. Lista mental descompromissada, gente. DES COM PRO MIS SA DA! "Quantos cds a Lady Gaga tem?". Enumere-os por nomes. "Nomes feminimos de A à Z". Refaça o alfabeto até pegar no sono com nomes diferentes a cada vez. "Quais livros da Marian Keyes eu tenho na estante?". Siga com os tópicos e assim por diante. Nesse momento, fico com medo que vocês queiram me internar num hospício bem longe do BR, mas juro que é batata pra pegar no sono. Meio que você dribla sua mente de pensar nos problemas e substitui o pensamento por coisas legais, saca? Considero essa técnica como uma versão modernosa de contar carneirinhos HHAHAHA :B

4- REFAÇA CENAS DE FILMES NA SUA CABEÇA OU MONTE CENAS NOVAS
Caso você ache o tópico anterior meio coisado, esse aqui é pra você! Feche os olhos e tente reconstruir a cena daquele filme legalzão que você viu no dia anterior. Ou, se preferir, crie cenas inéditas que você gostaria de ver em filmes e seriados que gosta. Dirija até um clipe musical, se curtir a ideia! O importante é focar na imaginação até conseguir se desligar a ponto de dormir lindamente.

Agora, eu mesma vou pôr as dicas em prática e me abraçar com o Fofo. Espero que vocês durmam bem! HAHAHAH BEIJOX!


postado por Hellz. em 04 agosto 2017

Um post inusitado para a Luiza (do blog Balaio de Babados): "Qual o nome do seu esmalte, Hellz?"

Post passado, as fotos que acompanharam o texto continham uma parte de mim que vocês já viram zilhões de vezes em fotos e vídeos: Os meus dedíneos gorduchos HAHAHAH. Foi então que surgiu este comentário da Luiza do blog Balaio de Babados:


Ok, Luiza! (Achei até uma ótima oportunidade pra exercitar as minhas poucas habilidades femininas e vir aqui compartilhar com vocês esse momento de bom gosto que me abateu ao escolher esse esmalte pra usar HAHAHA Enfim...).

Na terça-feira passada eu decidi, apesar da falta de grana que anda me assolando todos os dias desse querido 2017, proporcionar a mim mesma um dia de princesa (tipo aquele do programa do Netinho. Vocês lembram?) no salão de beleza. Muito embora eu pareça impaciente pra essas coisas, essa me é uma atividade muito prazerosa e eu passaria um dia inteiro no salão fazendo todos os serviços disponíveis, falei *quero ser ryca logo, bjs*. Como eu sou aloka do esmalte azul e é um verdadeiro sacrifício eu não escolher um desses pra pintar a unha, nesse dia especial de Princesa eu não me reprimi: Taquei azul na unha sim! HAHAHA Sem mais delongas, o esmalte azul da vez foi essa lindeza aqui:

Boas vibrações da Avon Colortrend!

Mais uma pra ficar bem blogueirinha sim MUHAUHAUHAUHAUAH SOCORRO! VOCÊS PODEM CRIAR UM MONSTRO!

Segredo revelado, Luiza!


postado por Hellz. em 01 agosto 2017

Pelo que você já foi grato hoje? Eu agradeço pelo "Livro da Gratidão"!


Não faz muito tempo, eu me encontrava numa maré de azar horrorosa (que incluiu muitos aparelhos eletrônicos pifando, falta de grana pra renovar o domínio do BHZ e todas essas coisas...). Ainda durante esse fatídico mês, chegou em casa um pacotinho da editora Companhia das Letras com dois títulos escolhidos especialmente pra euzinha com base no que eles viram aqui do blog e enfim. Junto à outro título (que um dia também vai aparecer aqui), veio "O Livro da Gratidão" da Carolina Chagas. Eu fiquei meio: "Mas, cacete, não tô nem na vibe de ler um negócio desse agora" e ficava protelando a lida do negócio. Não sabia eu que, ler o livrinho, era bem o que eu tava precisando naquele momento.

Pequeno e coloridinho, eu achei que O Livro da Gratidão seria mais um de autoajuda, daqueles que você lê e se sente meio loser na vida, mas nananão, hein? (e quem tá dizendo isso foi uma pessoa que teve contato com essa leitura durante a bad! HAHAHA Ou seja, confia em mim!)

O LIVRO

Logo de cara a gente percebe um livro todo trabalhado nas ilustrações do amor, muito azul, vermelho e branco, passarinhos e coelhíneos. E aí a brincadeira começa! Dividido em duas partes, a leitura se inicia com um apanhadão de muitas frases/textos famosos (ditas por gente igualmente famosa) e todas com um tema só: A gratidão! ( E não se preocupa! Mesmo que você não conheça o autor do quote em questão, logo em seguida a autora Carolina Chagas deixa um breve resumo sobre a personalidade da vez e como o tema central do livro agiu na existência daquela criatura. Achei essa parte BEEEEM legal, sério). 

E daí vem a segunda parte da diversão! O Livro da Gratidão, em sua parte dois, reúne muitos exercícios, dentro das mais variadas doutrinas, religiões, estudos e técnicas, para que você passe a inspirar-se a se sentir grato (e vocês sabem, né? Quando a gente é grato do fundo do coração, parece que tudo na vida começa a dar certo. Se a gente soubesse o quanto essa poção é mágica na mudança pessoal, nós nunca deixaríamos de agradecer todos os dias por TUDON! Fica a dica!).

"MAS COMO ESSE NEGÓCIO FUNCIONOU PRA TU, HELLZ?"

Parece que a chegada e, posteriormente, lida desse livro, era o que eu precisava pra abrir minha cabeça a algo que eu tava esquecendo e que acabava me mantendo numa bad sem fim: A ideia de deixar pra lá a frustração pelo que não sou/tenho e lembrar todos os dias de agradecer pelas coisas que eu fui agraciada - o que são muitas! Foi assim que me peguei abraçando um dos meus gatos, o Nino, e dizendo a ele: 'Eu sou muito grata por tê-lo na minha vida" (não sei se ele entendeu. Mas o que vale é a intenção HAHAHAHAH). Me vi também conversando ao telefone com a minha namorada e agradecendo silenciosamente pela presença dela. O mesmo com a minha mãe, a minha casa, a minha saúde, ter sobrado uma graninha naquele dia pra comprar uns negócios que eu tava a fim de comer e enfim... *gorda*. Tudo é motivo pra ser grato e esse é um dos sentimentos que mais fazem bem ao coração <3 Então, recapitulando: O livro veio, do nada, e me foi responsável por me dar o estalo que eu tava precisando pra viver melhor (sou grata, logo, por ter recebido essa lindeza *-*).


Se você tá precisando sair da bad, recomendo. Se quer evitar a bad, também recomendo. Se tá tudo bem, mais recomendado ainda! Não há contra-indicação pra essa leitura, tia Hellz não mente! HAHAHAHA

Então, repito: Pelo que você já foi grato hoje?







postado por Hellz. em 28 julho 2017

Primeiro protótipo de podcast da Hellz

Provando a vocês o fato de que não sou um cara tarado me passando por miga blogueira pra trollar vocês ou uma senhorinha com problema de adolescência tardia, venho revelar mais uma verdade sobre o Batman: A minha vozzz HAHAHAHAH (e o meu jeito meio estabanado de falar, claro, além do sotaque Q) através de devaneios gravados em áudio que, talvez, apenas talvez, pode-se ser chamado de Podcast.

Embora eu saiba que podcasts são postados em plataformas de áudio, upei mesmo no youtube porque quero facilitar a vida pra geral, ok? (Fica bom pra vocês e pra mim, beijinhos HAHAHA). Embora o título remeta à algo pesado (já que todo mundo sabe o que aconteceu com o Chester Bennington, vocalista do Linkin Park), prometo que, ao final, vocês vão sair inspirados e não o contrário (pelo menos esse é o meu objetivo, juro).

Sem enrolação, divulgo aí abaixo o negócio pra vocês dar o play:


Me contem: O formato dá certo ou é melhor a gente fingir que esse post nunca existiu? Quero saber tudo nos comentários!


postado por Hellz. em 24 julho 2017

Bookaholic: A Rainha está Morta - Pedro Guerra

OI GALERE!

Não sei se vocês lembram que, ainda esse ano, eu postei a resenha do livro "Queda Livre" do autor gaúcho amorzinho Pedro Guerra. Durante a postagem, deixei claro que sou vika loka e li o segundo volume da sequência sem ter lido o primeiro antes (um erro de cálculo na hora da solicitação de livros à editora parceira HAHAHAH). E agora chego aqui pra dizer a vocês que enfim eu consertei essa parada e já tá tudo devidamente lido! HAHAHAH Chegou a vez do primeiro volume. Chegou a vez do A Rainha Está Morta (que, desde já, digo: é tão bom quanto o Queda Livre, viu?). Bora lá!

Uma admiração que se chama "Pedro Guerra"

Como eu tinha dito no post sobre o "Queda Livre", o Pedro Guerra, além de autor, era também responsável por lidar com os blogs parceiros da Editora Belas Letras durante o ano passado. Não podia ter sido acolhida melhor nessa casa que acreditou no meu trabalho (meio sem nicho, meio loko) do que com um anfitrião tão maravilhoso quanto ele, sério! E desde então eu sempre quis conferir as obras do Pedro. O amor foi à primeira vista com o "Queda Livre" e só aumentou durante a leitura desse segundo volume (tem mais um outro livrinho aqui na minha BatCaverna pra ser devorado e soube que sai obra quentinha ainda esse ano, hein? Se liga!).

Mas sobre a rainha...

O livro, que traz mais uma vez o detetive excêntrico e apaixonante Benjamin Lisboa, trata de um assassinato em circunstâncias misteriosas que aconteceu durante o maior concurso de beleza da região de Caixias do Sul e a vítima é uma das promissoras e belas candidatas à Rainha da Festa da Uva. O ano é 1998 e todos são suspeitos até que se prove o contrário.

Com 92 páginas e sob o selo da Quatrilho Editorial (segmentação dentro da Editora Belas Letras própria para autores gaúchos), o livro não deixa buracos e consegue ter começo, meio e fim dentro de uma leitura rápida e super fluida. Como também descrevi na resenha anterior, o gênero do livro me faz lembrar muito uma mistura de Ágatha Christie com uma grande pitada original do Pedro Guerra himself, além de possuir personagens originais e simpáticos à ponto de conquistarem o leitor de fato só por serem eles mesmos. E ó... o assassino né daqueles que você descobre de cara não, hein? HAHAHAH (pelo menos me surpreendeu, juro. Muito embora eu seja uma negação pra essas coisas Q). O que eu tenho muito a reclamar é não ter um terceiro livro pra gente amar u.u Tirando este infortúnio: Super recomendado!

VOCÊ LERIA A RAINHA ESTÁ MORTA? QUERO SABER, GENTE!





postado por Hellz. em 20 julho 2017

We've become so numb now, Chester B.

Eu tinha 12 anos quando meu pai me deu um dvd virgem e disse que eu poderia escolher qualquer show em mídia disponível na casa do meu tio pra que meu primo fizesse aquele velho piratão pra mim. A escolha foi fácil: Eu voltei com o "Linkin Park Live In Texas" pra casa. Eu tenho esse mesmo dvd gravado até hoje como um souvenir do passado, já que eu assisti cerca de 384783283 vezes e os arranhões não permitem mais que o aparelho reconheça.

Eu tinha 13 anos quando mudei de escola e demorei bastante tempo pra me encaixar no novo ambiente (como sempre todo mundo me achava mei estranha Q). Mas daí veio a música e ela me fez encontrar uma nova amiga de maneira inesperada. A Jennifer era super fã do Mike Shinoda e eu do Chester Bennington. Foi assim que eu consegui uma amizade que me fez aguentar aquele ano numa cidade diferente da minha, além de termos sido protagonistas dos áudios mais bizarros gravados no computador, de nós duas cantando desajeitadamente as canções do Linkin Park.

Eu tinha 15 anos quando tive um sonho estranho pra caramba, que resultou num amor platônico mais estranho ainda. Nesse tal sonho eu era ~noiva~ do Chester Bennington e a sensação toda foi muito legal, resumindo a história. Foi a partir daí que eu notei que o meu professor de Português do Ensino Médio era parecidíssimo com o Chester e fiquei bizarramente apaixonadinha por ele. Minhas amigas riam muito da minha cara, mas eu achava o máximo.

Ainda aos 15 anos, o meu álbum preferido em todo o mundo era o "Minutes do Midnight", lançado em 2007 e toda a magia estava no fato de que as músicas pareciam falar por mim e todo o caos adolescente o qual eu passava. Entupi o meu mp3 com todas as faixas e ouvia até dormir, decorando todas as letras com louvor.

Aos 18, a letra de "Valentine's Day" virou o meu protesto oficial contra as fofurices de dia dos namorados postadas na timeline do facebook. Todos os anos eu compartilhava a mesma música religiosamente.

Aos 21, arrumei o meu primeiro emprego e pude realizar o sonho de comprar alguns dos meus cds preferidos pra pôr na coleção de mídias que eu cultivava há alguns anos. Minutes do Midnight e Living Things estavam no meio.

Aos 24, eu era a única no meu transporte pra faculdade que vibrava quando o motorista deixava de lado as músicas do Safadão e baixava a vibe roqueira escolhendo "Numb", "Faint", "Pushing Me Away" e "Castle Of Glass" como trilha sonora da noite. Todo mundo olhava torto enquanto eu cantava loucamente. "Castle of Glass" foi eleita uma das minhas preferidas da época devido à identificação, sempre recorrente, e da expressão do mesmo caos adolescente que ainda não me abandonou.

Aos 25, fui pega de surpresa na tarde do dia vinte de julho ao saber da morte do Chester Bennington. Inesperado, mas não impossível. Ele não teve uma vida emocionalmente fácil, mas nunca deixou de ser brilhante.

Não há religião ou quaisquer regras pré-estabelecidas socialmente que nos permitam julgar o que leva um ser à jogar a toalha e desistir da própria vida. Parcialmente compreendo as razões, embora discorde. A estabilidade emocional e psicológica não é fácil, minha gente, é quase como atingir o nirvana, sério. Todos nós nascemos com demônios particulares (uns mais, outros menos) e a grande corrida contra o tempo é driblar eles através dos anos. Na maioria das vezes a gente consegue até tirar força disso, mas há quem simplesmente encha o saco e diga: "Ok. Levem o troféu pra casa. Cansei de vocês". Discordo e não apoio a despedida prematura, mas digamos que eu mais ou menos consiga entender o retrato da situação (e, pra pessoa deprimida, ele é muito mais obscuro, caótico e complicado do que realmente é).


Agora, além de lamentar imensamente a decisão e partida do Chester, eu só tenho a dizer: Espero que ele enfim encontre a paz que não conseguiu ter em vida. 

Definitivamente, o mundo perdeu um pouco mais do brilho hoje.